Muitos projetos urbanos param na etapa de recolha. Sensores geram dados, mas sem mecanismo de decisão a cidade continua a operar de forma fragmentada.
A camada de automação urbana precisa de conectar eventos, regras e inteligência para gerar resposta concreta.
Este é o diferencial de uma arquitetura orientada por operação: transformar leitura de ambiente em ação coordenada.